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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

O Auto-aperfeiçoamento: Os Bons Espíritas



“(...) Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. (...)”

Para descobrirmos quais são nossas inclinações más, é preciso exercitar o autoexame, pois só assim saberemos o que precisa ser corrigido em nossa personalidade.

A prece cotidiana, o trabalho no bem dentro das possibilidades de cada um e o estudo são hábitos saudáveis que auxiliam muito na manutenção do nosso equilíbrio e na melhoria individual.

Espírita autêntico é aquele que pauta sua conduta, em qualquer circunstância, pelos ensinamentos do Espiritismo; compreende que a lei de causa e efeito funciona imperturbável e que colherá frutos conforme as sementes semeadas.

“Espírita é, pois, aquele que estuda, aceita e pratica com fidelidade os salutares princípios doutrinários, erigidos por edificante monumento tendente a operar, com o tempo, a renovação do espírito humano.”

“Espiritismo é a revivescência do Evangelho. Logo, possui conduta espírita aquele que procura pautar sua vida pelos ensinamentos do Cristo, quer junto à família, quer na sociedade, enfim, em toda parte.”

Fonte: Apostila Conduta Espírita e Vivência Evangélica - Módulo III

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Respeito ao Meio ambiente


Quando se fala em meio ambiente, logo se pensa em verdes colinas, florestas, animais e como não existe nada parecido por perto, a gente se acomoda e nada faz. Meio ambiente é todo lugar e espaço aonde o homem vive. Assim, fazem parte do meio ambiente: o solo, as habitações, as estradas, as avenidas, o sol, o ar e etc.

Como vimos o meio ambiente nos cerca e não há como viver fora dele, por isso já está passando da hora, de aprender e habituar-nos a preservar e conservar tudo aquilo do qual também fazemos parte.

Vamos amar mais a natureza, cuidar mais do nosso planeta que é a nossa morada não destruindo as árvores, plantações e animais; reciclando o nosso lixo; economizando mais a água. Devemos nos lembrar que todas as dádivas que nos foram dadas por Deus, nosso Pai, (a nossa vida, a dos nossos semelhantes e o meio ambiente) são de nossa responsabilidade, sendo assim, é nosso dever zelar por elas.

Respeitar o meio ambiente é acima de tudo não só pensar no nosso futuro, mas também no futuro das próximas gerações.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A Reforma Íntima: Como Conhecer a si mesmo



Experimente descrever alguém que você conhece bem. Suas qualidades e seus defeitos. E agora tente fazer isso com você mesmo. Você já reparou que na maioria das vezes temos mais facilidade de descrever o outro, que a nós mesmos? Por que será que isso acontece? Será que costumamos a refletir sobre nós mesmos? Como estamos agindo nas diversas ocasiões de nossa vida? Será que temos algo a melhorar?

Em verdade isso ocorre porque reparamos muito nos outros e em suas atitudes, julgamos e damos palpites sobre a vida alheia, mas pensamos pouquinho nas nossas próprias atitudes, no que temos de bom e de ruim. Conhecemos bem outras pessoas, mas pouco a respeito de nossa personalidade.

O autoconhecimento é a forma de trilharmos o caminho contrário do que costumamos fazer. É buscarmos antes de tudo conhecer os nossos pontos positivos e também as nossas fraquezas. Em O Livro dos Espíritos, questão 919, Kardec pergunta qual é o meio prático mais seguro que o homem tem para se melhorar nessa vida e resistir à atração do mal. A resposta é bem clara: "Conhece-te a ti mesmo", como já nos disse Sócrates, muito tempo antes da vinda de Jesus. Portanto, o autoconhecimento serve para que consigamos ser a cada dia melhores.

Mas, de que forma o conhecimento de nós mesmos nos ajuda a melhorarmos como pessoa? É que quando nos analisamos como pessoa, acabamos por descobrir em nós características negativas que necessitam serem combatidas e melhoradas. Vale ressaltar que isso tem que ser feito com muita sinceridade e vontade de mudança. O autoconhecimento é o caminho para realizarmos a nossa "reforma íntima". Exemplo: Antônio não se conhece bem e nem percebe que, na verdade, é uma pessoa egoísta. Após entender que é preciso se conhecer para se tornar uma pessoa melhor, ele passa a se observar e a pensar sobre suas atitudes. Logo percebe que, em várias situações, pensou só em si mesmo, deixando os interesses das outras pessoas para trás. Terminará por notar que isso tem por resultado afastar os outros e deixá-lo infeliz. Refletindo sobre seu modo de ser, Antônio tentará se tornar uma pessoa menos egoísta.

Ainda em O Livro dos Espíritos, na questão 919, A, Santo Agostinho nos dá instruções muito sábias a esse respeito. Ao deitarmos para dormir, gastemos um tempinho fazendo um balanço do dia. Em quais situações agimos bem? Em que erramos? Ofendemos alguém? Fizemos algo que vai contra as leis de Deus? Fomos bons conosco mesmos? A partir das respostas, obteremos a paz da consciência tranquila, ou perceberemos em que não estamos bem e precisamos progredir.

Para sabermos, com segurança, se nossas atitudes são certas ou não, basta que pensemos no que acharíamos, caso elas tivessem sido feitas por outra pessoa. O que achamos errado que os outros façam não pode se tornar certo, só porque quem está fazendo somos nós.

Entretanto, ao olhar para dentro de nós, é importante sabermos que não só encontraremos apenas defeitos. Nós temos também muitas qualidades, que são virtudes que devem ser cultivadas e expandidas. Cada pessoa é um ser único, com qualidades positivas e dificuldades. Ninguém é igual a ninguém, nem em aspectos positivos, nem em negativos. Ao nos conhecermos, veremos que somos bons em muita coisa e que temos potenciais imensos para progredirmos, o que nos faz seres dignos de amor e respeito. Se sabemos quem verdadeiramente somos, gostamos mais de nós mesmos, temos mais paciência conosco e sabemos buscar a correção de nossas falhas.

Por Carlos Pereira

quarta-feira, 20 de março de 2019

A Gentileza



A gentileza anda um pouco esquecida. Por isso, vamos lembrar que o homem de bem, “possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; (...)”

No nosso cotidiano, existem pequenas regras importantes de serem observadas, a simples título de gentileza.

Existem muitas ocasiões de praticar a gentileza. Se constatarmos que não estamos sintonizados com ela, é bom esforçar-se para alcança-la.

“(...) Oferece o teu assento para quem dele precise, (...)

“Diante das filas, enfrente-as. (...)”

“Ao atravessar a via pública, vê se por perto não haverá um idoso, um cego, alguém a quem possas ajudar na travessia. Far-te-á imenso bem essa atitude.

“Coopera com alguém que sobe ou desce uma escada com fardos. Dá-lhes pequena ajuda e recolhas, nas vibrações agradecidas, verbalizadas ou não, as alegrias de servir.

“(...) Contagia os teus amigos e afetos com a tua atitude gentil, ajudando a extinguir o egoísmo do mundo.”

Enfim, enriquece a tua vida com a gentileza em teus atos e sentirás a compensação em sua alma, na alegria e gratidão dos que se beneficiarão com ela.


Referencias:

O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec, cap. XVII, item 3.
Cântico da Juventude, José Raul Teixiera, cap.17.

domingo, 25 de novembro de 2018

Convívio e Respeito a todos os Seres



Cultivar bons sentimentos nos fortalece e auxilia na convivência com todos em todos os lugares.

Muitas pessoas não aceitam e não respeitam as diferenças de cor, condição social, raça ou religião de seus semelhantes, isso é preconceito, um modo negativo de ver o próximo, que leva a muitos conflitos em todo o mundo.

Quem tem preconceito dá muito mais importância às diferenças entre as pessoas do que às boas coisas que elas têm em comum, como a inteligência, a bondade, a solidariedade...

É bom você saber que...

As pessoas precisam, em qualquer idade, se conhecer melhor e conhecer melhor seus semelhantes, para descobrir que somos todos iguais mesmo quando temos diferenças, isto é, somos todos seres humanos, capazes de ser, conhecer e fazer muitas coisas.

A convivência na escola pode nos ajudar a descobrir a beleza de sermos iguais apesar de nossas diferenças.

Quase todo mundo sabe que...

As crianças são muito observadoras e percebem muito bem as igualdades e diferenças entre as pessoas e têm muita facilidade em aceitar e conviver com as diferenças.

Enfim, as crianças mostram muito bem a capacidade que o ser humano tem de respeitar todos os seres vivos.

Fonte: Educação de Valores e Cidadania. Diálogo com o Mundo.1. Editora Cortez.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Solidariedade



Solidariedade é o sentimento que nos faz participar das dificuldades, dos sofrimentos dos nossos semelhantes, buscando saná-los ou mitigá-los.

É a solidariedade que motiva o homem a buscar o seu semelhante e lhe estender a mão, esquecendo-se de si mesmo; repartindo o pão, o agasalho; dando o seu sorriso e a sua companhia.

Fonte: Apostila de Evangelização FEB/DIJ

sexta-feira, 18 de março de 2016

O Amor



O amor é o mais excelente dos valores, a mais poderosa das energias transformadoras. Está em tudo que é bom, que faz bem, que dá felicidade, e podemos defini-lo como sendo um sentimento vivo de afeição e de alegria.

Mas existem vários tipos de amor.

O mais sublime de todos, no entanto, é o amor universal, um sentimento generalizado, assim como uma fonte que doa suas águas cristalinas sem perguntar a quem.

Para nós, é difícil entender esse tipo de sentimento, porque estamos acostumados a amar nossos pais, nossos irmãos e amigos... mas não a tudo e a todos.

Quem ama, com esse amor universal, conduz a felicidade dentro de si.

Saara Nousiainen

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Somos todos Iguais



Somos todos espíritos em evolução. Deus ama todos seus filhos igualmente, independente de qual religião escolhemos, ou se somos altos, baixos, gordos, magros, bonitos, feios, negros, brancos, ricos, pobres, com deficiência física ou mental. Devemos dizer "Não aos Preconceitos."

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Linguagem de Signos, Linguagem do Coração



O meu nome é Simão e hoje quero contar-vos a história da minha vida, para que aprendais com ela e respeiteis todas as pessoas, sejam quais forem as suas condições físicas e emocionais. Eu tenho doze anos e nasci com um problema nos ouvidos, sou surdo… os meus pais, irmãos e restantes membros da minha família sempre cuidaram de mim, ajudaram-me e ensinaram-me da melhor forma, para que nada me passe despercebido. Eles adaptaram-se a mim, esforçando-se muito com todo o amor. Aprendi a ser feliz no seio da minha família e a escutar com o meu corpo, cada vez que alguém emite um som sinto um formigueiro, todas as cócegas que sinto no corpo são diferentes, segundo o tipo de som que foi emitido, ou quem me fala.

O papá explicou-me que essas “cócegas” que sinto se chamam ondas sonoras, que é aquilo que se produz quando me falam, ou há algum som à minha volta. Os meus pais levam-me a muitos lugares onde posso interagir com diferentes sons, para que possa conhecer o mundo e sentir essas cócegas. Os meus lugares favoritos são o jardim zoológico e a baía dos golfinhos. No jardim zoológico há muitos animais. Eu conheço-os a todos porque em casa tenho muitos livros com imagens de animais e os seus nomes. Por isso visitá-los faz-me sentir mais próximo dos meus amigos do reino animal. A baía dos golfinhos também é muito especial… fica muito perto da minha casa e todos os dias podemos ver os golfinhos a brincar. A maioria das vezes aproximam-se e brincam carinhosamente… e assim produzem cócegas nas minhas orelhas. Eles são os únicos que produzem esta sensação. Às vezes penso que a qualquer momento voltarei a ouvir. O papá e a mamã compram-me livros didáticos para que aprenda a entender tudo o que se passa no mundo e para que tenha belas aventuras dentro do mundo da fantasia.

O meu pai sempre passou muitas horas comigo, mesmo quando eu era muito pequeno, ensinando-me o abecedário em linguagem gestual e desse modo, ainda que não conseguisse escutar, podia falar com a minha voz ou com as minhas mãos e as outras pessoas podiam responder-me escrevendo, deixando-me ler os seus lábios ou escrevendo com a linguagem das mãos.

Todas as noites, quando me deitava, pensava que este meio de comunicação é muito importante, mas não apenas para mim, que posso comunicar com outras pessoas com a mesma característica que eu. Também para essas pessoas é muito importante e claro que para as pessoas que não são surdas é ainda mais importante! A linguagem gestual para mim é um idioma igual ao inglês ou português, por isso estudo-a com muito carinho e atenção.

Os lábios das pessoas sempre me chamaram muito a atenção, a forma como se movem quando produzem sons, por isso, depois de aprender as letras, foi muito divertido e fácil ler os lábios para saber o que me diziam. Não posso escutar com os meus ouvidos, mas consigo sentir e ver tudo, e gosto de guardar no meu coração cada momento que vivo. Ser surdo ajudou-me a aprender a desfrutar de todas as pessoas e momentos da minha vida. Tudo me faz sentir muito sortudo e feliz.

Tudo isto mudou quando entrei para o colégio e iniciei a minha educação primária. Os outros meninos tratavam-me de forma diferente por ser surdo. Excluíam-me, não me deixavam brincar com eles e tratavam-me como se eu fosse tonto, como se o fato de eu não poder ouvir me impedisse de fazer as mesmas coisas que eles. Não me sentia bem com isso então passava os intervalos sozinho, num banco ou nos balanços. Sentia-me muito triste, não tinha feito nada aos outros meninos para que me tratassem assim. Durante as aulas tentava não me distrair com nada, para aprender o máximo possível, mesmo que às vezes isso fosse difícil pois sentia-me muito triste. Na minha turma tinha um menino que me tratava bem e que me observava muito, mas que poucas vezes se aproximava de mim porque tinha medo que os outros meninos se rissem dele, por estar comigo. A professora tentava que todos socializassem comigo, mas essa era uma tarefa complicada, os outros meninos não colaboravam, exceto a Maria, uma das meninas mais inteligentes da turma.

Pensei levar algum dos meus contos de casa, para que o recreio fosse mais entretido. Refleti sobre eles e decidi que o melhor seria levar o meu livro do abecedário da linguagem gestual para praticar, com a esperança de que seria mais fácil comunicar com pessoas surdas, seguramente que elas nunca me excluiriam.

Num dos intervalos, enquanto eu praticava com muita concentração, e atenção no que estava a fazer, a Maria e o Miguel aproximaram-se de mim com a curiosidade de saber o que é que eu estava a fazer. Sentaram-se comigo e expliquei-lhes que esse é o idioma que a comunidade surda utiliza para falar uns com os outros e entender-se corretamente. Uauuuu!!!! A eles pareceu-lhes incrivelmente bonito. Ensinei-lhes algumas expressões como “bom dia” e como soletrar os seus nomes. Foi um momento divertido, não parávamos de rir… A partir desse dia deixei de passar os intervalos sozinho e triste porque brincava com a Maria e o Miguel e tornamo-nos os melhores amigos. Nalguns intervalos eu continuei a ensinar-lhes o que aprendia em casa, com o meu pai, no meu idioma especial. A professora olhava-nos, muito feliz, em todos os intervalos porque eu sorria e me sentia mais integrado.

A Maria e o Miguel defendiam-me sempre, quando os outros meninos tentavam que eu me sentisse estranho. Então a nossa professora teve uma ideia muito boa, que me fez sentir muito especial: deu-nos uma pequena aula sobre o que é ser surdo e também sobre a nossa linguagem. Os meninos escutaram com atenção e muito respeito, porque se a professora falava disso, e a Maria e o Miguel eram os meus melhores amigos, não podia ser assim tão mau… Depois desta conversa a professora decidiu que, todas as semanas, durante uma hora, nos ensinaria o abecedário desta linguagem e, de vez em quando, convidava alguma pessoa surda, de uma instituição muito próxima da escola, que nos ensinava muitas coisas. Os meus colegas começaram a tratar-me com normalidade e a convidar-me para as suas brincadeiras. O diretor da escola ficou muito feliz com a iniciativa da professora, por isso começaram a ensinar a linguagem gestual também noutras turmas.

Gosto muito de ir às aulas e aprender coisas sobre o mundo. Ser surdo não é uma deficiência pela qual tenhamos que ser tratados de forma diferente. Ser surdo é uma característica que nos converte em pessoas muito especiais, sensíveis e com a capacidade de escutar tudo com o coração.


quarta-feira, 11 de março de 2015

O QUE É PRECISO TER



1. O que é preciso ter para aceitar as dificuldades que Deus colocou em seu caminho? (FÉ, RESIGNAÇÃO)
2. Explique a frase dita por Jesus “Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.”
3. Diferencie: valores materiais e valores espirituais.
4. O que você precisa ter para dividir seu lanche com o seu colega que tem fome. (GENEROSIDADE)
5. É falso dizer que os valores do espírito são mais importantes que os materiais?
6. O que é preciso ter ao falar com seus pais. (RESPEITO, CARINHO).
7. O que você precisa praticar dentro e fora da casa espírita. (CARIDADE)
8. O que você deve fazer para ajuntar tesouros espirituais no coração conforme Jesus ensinou?
9. A felicidade real depende do que? (Das virtudes que amealhamos na alma)
10. O que é preciso ter para as dificuldades dos outros. (COMPREENSÃO, TOLERÂNCIA)
11. O que pode ser obstáculo para nosso adiantamento moral/espiritual, para se adquirir virtudes? (apego aos bens terrenos)
12. Tudo aquilo que possuímos nessa vida nos foi dado por Deus, riqueza, beleza, família. Por qual motivo? (para nosso progresso espiritual, e nada levaremos dessa vida, senão as conquistas intelectuais e morais.)
13. O que é preciso ter quando uma pessoa nos ofende, fala mal de mim, fofoca sobre mim, humilha?(PERDÃO)
14. O que impede de cair em tentação, e nos ajuda agir certo na vida, sendo justos e bondosos? (Vigilância nos pensamentos e atitudes)
15. O que é preciso ter quando você quer algo agora, mas sabe que deve aguardar a hora que os seus pais tenham condições de comprar, e se necessário. (RENÚNCIA)
16. É necessário ter muito dinheiro para ajudar alguém? (NÃO). Podemos doar amor, atenção, respeito, boas energias, uma prece, entre outras coisas.)
17. O que realmente traz felicidade a nossa vida? (os bens do espírito)
18. Na nossa vida encontramos pessoas difíceis, que não temos simpatia. O que precisamos aprender a ter com elas? (Amor, ter CARINHO e RESPEITO)
19. O que você precisa ter para reconhecer seus defeitos e, se melhorar como ser humano. (FORÇA DE VONTADE)
20. Como podemos transformar sentimentos negativos em sentimentos bons? (Praticar Virtudes; Esforço em ser caridoso e benevolente com todos os semelhantes)
21. O que você precisa ter com seus estudos dentro e fora da casa espírita. (DEDICAÇÃO, praticando tudo que se aprende com o semelhante)
22. Se você possui muitos bens materiais, como você pode fazer para aproveitar com sabedoria e amor, os bens materiais que possui? (Não acumulando fortunas apenas para si e família, auxiliar praticando a caridade material em benefícios de pessoas muito pobres).


Simone Anastásio

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Sentimentos Cristãos



Com esses sentimentos estaremos unidos aos nossos afetos, ao nosso próximo, do Amor, de Jesus e de Deus:

Paciência - ser paciente nos faz serem pessoas calmas;
• Consolação - Quando usamos as palavras para consolar e trazer paz ao nosso próximo;
• Compreensão - entender as nossas próprias dificuldades e também a dos outros, sem usar da crítica e julgamento.
Compreender mais que ser compreendido; não ser aquela pessoa que quer sempre ser compreendido, procurar compreender mais o outro em primeiro lugar.
• Pacificação – remediar brigas, se somos provocados não se sentir humilhado e ter calma, não reagir com violência, procurar se entender com o outro.
• Humildade – ceder e ser compreensivo; dobrar sua vontade em favor do outro.
• Perdão – todos nós erramos e precisamos do perdão e da compreensão uns dos outros.
• Caridade – doar coisas materiais, dar carinho, amizade, compreensão; doar seu tempo para alguém que precise de atenção.
• Benevolência – fazendo todo o bem possível a quem precisar.


Texto fonte: Blog Espiritismo para Crianças

terça-feira, 10 de junho de 2014

Não digas que amas a Deus, sem serviço à Humanidade



“Não digas que amas a Deus,
Sem serviço à Humanidade;
Deus traz as mãos invisíveis
Nos braços da caridade.”

Alberto Souza

Psicografado por Chico Xavier.

Fonte: FEB - Federação Espírita Brasileira. Departamento de Infância e Juventude.