terça-feira, 13 de novembro de 2018

Efemérides Espírita: Philomeno de Miranda



Manoel Philomeno de Baptista de Miranda nasceu no dia 14 de novembro de 1876, em Jangada, Município do Conde, no Estado da Bahia. Foram seus pais Manoel Baptista de Miranda e Umbelina Maria da Conceição.

Mais conhecido como Philomeno de Miranda, diplomou-se pela Escola Municipal da Bahia (hoje Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal da Bahia), colando grau na turma de 1910, como ‘Bacharel em Comércio e Fazenda’. Exerceu sua profissão com muita probidade, sendo um exemplo de operosidade no campo profissional. Ajudava sempre aqueles que o procuravam, pudessem ou não retribuir os seus serviços. Foi tão grande em sua conduta, como na modéstia.

Em 1914, foi debilitado por uma enfermidade pertinaz, e tendo recorrido a diversos médicos, sem qualquer resultado positivo, foi curado pelo médium Saturnino Favila, na cidade de Alagoinhas, com passes e água fluidificada, complementando a cura com alguns remédios da Flora Medicinal.

Delicado, educado, porém decidido na luta, não dava trégua aos ataques descabidos, arremetidos por religiosos e cientistas que tentavam destruir o trabalho dos espíritas. Na União Espírita Baiana (hoje Federação Espírita do Estado da Bahia), exerceu os cargos de 2º Secretário, de 1921 a 1922, e de 1º Secretário, de 1922 a 1939, juntamente com José Petitinga e uma plêiade de grandes trabalhadores.

Dedicou-se com muito carinho às reuniões mediúnicas, especialmente, às de desobsessão.

Mesmo modesto, não pôde impedir que suas atividades sobressaíssem nas diversas frentes de trabalho que empreendeu em favor da Doutrina. Na literatura escreveu Resenha do Espiritismo na Bahia e Excertos que justificam o Espiritismo, que publicou omitindo o próprio nome. Em resposta ao Padre Huberto Rohden, publicou um opúsculo intitulado Por que sou Espírita.

Philomeno de Miranda foi eleito Presidente da União Espírita Baiana, em substituição a José Petitinga, quando este desencarnou, em 25 de março de 1939, em Salvador. Por mais de vinte e quatro anos consecutivos, Miranda vinha trabalhando na Federativa, em especial, na administração, no socorro espiritual como grande doutrinador, e nos serviços da caridade, zelando sempre pelo bom nome da Doutrina, com todo o desvelo de que era possuído.

Seu desencarne ocorreu no dia 14 de julho de 1942. Na antevéspera, o devotado trabalhador da Seara do Cristo, impossibilitado de comparecer fisicamente à lide na Federativa Espírita Baiana, assim o disse, segundo relata A. M. Cardoso e Silva: “Agora sim! Não vou porque não posso mais. Estou satisfeito porque cumpri o meu dever. Fiz o que pude... o que me foi possível. Tome conta dos trabalhos, conforme já determinei.”

Querido de quantos o conheceram, até o último instante demonstrou a firmeza da tranquilidade dos justos, proclamando e testemunhando a grandeza imortal da Doutrina Espírita.

TRABALHO COM DIVALDO FRANCO

O médium Divaldo Pereira Franco relata como conheceu e conviveu com o amoroso Benfeitor, Philomeno de Miranda:

“Numa das viagens a Pedro Leopoldo, no ano de 1950, Chico Xavier psicografou para mim uma mensagem ditada pelo Espírito José Petitinga, e no próximo encontro, uma outra ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. Eu era muito jovem e, como é compreensível, fiquei muito sensibilizado. Guardei as mensagens, bebi nelas a inspiração, permanecendo confiante em Deus.

“No ano de 1970, no mês de janeiro, apareceu-me o Espírito Manoel Philomeno de Miranda, dizendo que, na Terra, havia trabalhado na União Espírita Baiana, atual Federação, tendo exercido vários cargos, dedicando-se, especialmente à tarefa do estudo da mediunidade e da desobsessão.

“Quando chegou ao Mundo Espiritual, foi estudar em mais profundidade as alienações por obsessão e as técnicas correspondentes da desobsessão.

“Fora uma pessoa que, no mundo, se dedicava à escrituração mercantil, portanto afeito a uma área de informações de natureza geral sobre o comércio.

“Mas, tendo convivido muito com Petitinga, que foi um beletrista famoso, um grande latinista, amigo íntimo de Carneiro Ribeiro - que também se notabilizou pela réplica e tréplica com Ruy Barbosa - ele, Miranda, houvera aprimorado os conhecimentos linguísticos que levara da Terra, com vistas a uma programação de atividades para a Doutrina Espírita, pela mediunidade, no futuro.

“Convidado por Joanna de Ângelis, para trazer o seu contributo em torno da mediunidade, da obsessão e desobsessão, ele ficou quase trinta anos realizando estudos e pesquisas e elaborando trabalho que mais tarde iria enfeixar em livros.

“Ao me aparecer, então, pela primeira vez, disse-me que gostaria de escrever por meu intermédio.

“Levou-me a uma reunião, no Mundo Espiritual, onde reside, e ali mostrou-me como eram realizadas as experiências de prolongamento da vida física através de transfusão de energia utilizando-se do perispírito. Depois de uma convivência de mais de um mês, aparecendo-me diariamente para facilitar o intercâmbio psíquico entre ele e mim, começou a escrever ‘Nos Bastidores da Obsessão’, que são relatos, em torno da vida espiritual, das técnicas obsessivas e de desobsessão.”

A partir daí, seguiram-se outros livros sobre o problema obsessivo, classificado por Philomeno de Miranda como “tormentoso flagício social”. Nos seus livros, caracterizados e lidos como “romances”, encontra-se meticuloso exame da mediunidade atormentada e das patologias obsessivas, em páginas de profundo teor didático que permitem ao leitor melhor compreensão da narrativa central.

Além de Nos Bastidores da Obsessão, ditou ao médium Divaldo Pereira Franco as seguintes obras: Grilhões Partidos, Nas Fronteiras da Loucura, Loucura e Obsessão, Trilhas da Libertação, Painéis da Obsessão, Temas da Vida e da Morte, Tramas do Destino, Sexo e Obsessão, Tormentos da Obsessão e Entre os Dois Mundos.

Philomeno de Miranda foi amigo de Leopoldo Machado, patrocinando grandes conferências desse inesquecível trabalhador, que deixou um marco de luz em sua passagem pela Terra.

Fonte biográfica: União Espírita Mineira (UEM)

domingo, 11 de novembro de 2018

Flow Free



Divirta-se com esse jogo inteligente de raciocínio. Conecte as cores correspondentes ao tubo para criar um fluxo. Emparelhe todas as cores e cubra toda a prancha para resolver cada desafio.

Clique na imagem para jogar

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Os Sonhos



Que são os sonhos?


Há vários tipos de sonhos. Há aqueles em que ficamos flutuando sobre o corpo físico, mergulhados nas imagens do subconsciente ou do inconsciente, revendo acontecimentos recentes e até mesmo cenas de vidas passadas.

Essas imagens nos aparecem como sonhos.

Há os sonhos produzidos pelas andanças no mundo espiritual. Nessas andanças a nossa ligação com a matéria não nos permite muita lucidez. Por isso, muito do que vemos, a nossa mente ligada ao cérebro carnal, pelo “cordão prateado” (ligação feita por filamentos fluídicos entre o corpo carnal e o espiritual), interpreta de forma distorcida.

Também, ao acordarmos, quando o cérebro do corpo espiritual se justapõe ao carnal, as imagens de nossa memória são re-codificadas pelos arquivos do cérebro do corpo físico. Isto porque as condições espirituais são dimensionalmente diferentes das materiais. Por isso os sonhos de que lembramos, são quase sempre estranhos e até mesmo absurdos.

Mas há também aqueles sonhos produzidos pelos espíritos, bons ou maus, que nos querem passar alguma ideia, avisos, orientações ou nos desejam perturbar.

Muitas pessoas igualmente são levadas a participarem de encontros, cursos, palestras e atividades assistenciais no mundo espiritual, durante o sono. Na maioria dos casos, nenhuma lembrança guarda ao acordar.

Como se pode perceber, essa outra dimensão não é um lugar de repouso eterno, mas um universo paralelo ao nosso, onde a vida se desenvolve com infinitas possibilidades de aprendizado e progresso, muito além dos limites do nosso entendimento.

PERGUNTA FREQÜENTE

Como (de que forma) estaremos nesse mundo espiritual, depois que retornarmos para lá? Seremos assim como um ser flutuante, transparente... Ou teremos um corpo... E como será esse corpo?

Os espíritos superiores, na codificação do Espiritismo, explicaram que os seres humanos são constituídos de um princípio espiritual, ou Espírito; de um corpo espiritual, ou perispírito, e do corpo carnal. Somos, portanto, um ser bem mais complexo do que comumente se supõe, pois somos seres multidimensionais.

O Espírito seria assim como uma centelha do Espírito divino, que ninguém teria como ver. O perispírito é um corpo intermediário, é a contenção da alma que dá a forma humana e sua matéria vem do fluido fluído cósmico e não pode ser visto pelos olhos dos encarnados, que permite ao espírito manifestar-se na matéria. Ao que se sabe, há ainda outros corpos como o mental e o etérico, ou energético, mas vamos falar apenas dos três principais: espírito, perispírito (ou corpo espiritual) e corpo carnal.

Centenas de espíritos que têm contado, através da psicografia dos mais diversos médiuns, as suas experiências no retorno ao mundo espiritual, dizem que, para eles, seus corpos e também os novos ambientes lhes parecem tão consistentes e tangíveis quanto antes, aqui na Terra, embora se sintam bem mais leves.

Também as pessoas que se desdobram, ou fazem “viagens astrais”, falam sobre os ambientes que encontram no mundo espiritual, nas faixas mais próximas de nós. Elas dizem que esses ambientes são bastante semelhantes aos nossos, tanto que, por vezes ficam em dúvida se estão na Terra ou na dimensão espiritual.

No livro Devassando o Invisível a médium Ivone Pereira narra inúmeros episódios e fatos que ocorreram com ela em incursões ao mundo espiritual, com explicações sobre vários aspectos dessas dimensões. É um livro que vale a pena ser não apenas lido, mas também estudado.



quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O Menino que Torcia pelo Mundo Inteiro



O livro espírita infantil, "O Menino que Torcia pelo Mundo Inteiro", da autora Janaina Trapp, aborda e ensina a importância de valores como o "Amor, a Paz e o Respeito" através da história de um menino com o coração repleto de Amor e uma pergunta que não o deixava descansar: “Podemos Torcer pelo Mundo Inteiro?”

Autor: Janina Trapp
Editora: FERGS

terça-feira, 30 de outubro de 2018

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Comunicado Manutenção


Prezados leitores,

Em razão de manutenção em minha linha da OI, estamos momentaneamente impossibilitados de fazer as nossas postagens. Aguadamos a normalização do serviço por parte da operadora.

Pedimos desculpas pelos transtornos.


Abraço fraterno,Carlos Pereira - O Manancialzinho

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Maneiras de Amar



O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água… e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore.

A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente.

O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento…

Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar.

Osho

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Roots



Visite cada um dos mundos, una corretamente as raízes e transforme-os, deixando-os mais belos e melhores para se viver.

Clique na imagem para jogar

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Enquanto



Enquanto casa, abrigo
Enquanto jardim, flor
Enquanto lágrima, consolo
Enquanto ódio, amor

Enquanto bosque, semente
Enquanto fome, alimento
Enquanto campo, trigo
Enquanto regato, nascente

Enquanto balburdia, silencio
Enquanto medo, coragem
Enquanto descrença, esperança
Enquanto orgulho, humildade

Enquanto dor, bálsamo
Enquanto penúria, abastança
Enquanto solidão, amizade
Enquanto desamparo, segurança

Enquanto muros, unidade
Enquanto deriva, cais
Enquanto escarnio, respeito
Enquanto guerra, a Paz

Amara Luzia

Por Carlos Pereira

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Dia de Festa em O Manancialzinho!



Olá criançada!



Hoje é dia de festa em nosso blog!

É que temos dois bons motivos de estarmos comemorando:

O primeiro é que o nosso blog completa hoje nove anos de existência!

O segundo é que é o dia dedicado a vocês!

Por isso, é com muita alegria que desejo a todas as crianças um dia repleto de diversão.

Que busquem sempre cultivar a fé, o amor ao próximo, a união e a amizade.

Que a paz seja o caminho para construção de um mundo melhor, repleto de felicidade!

Um abraço fraterno!

Carlos Pereira – O Manancialzinho

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Aprendendo a Canção: Ser Criança é Bom – Maurício de Souza

Vídeo musical da Turma da Mônica com a canção Ser Criança é Bom, de autoria de Maurício R. A. Souza, em homenagem à semana da criança.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Francisco "Poverello" de Assis



São Francisco de Assis amou todas as criaturas de Deus, sem distinção. Santo protetor dos animais e do meio ambiente, ele nos ensina que cuidar do planeta é uma atitude religiosa e inspira o teor da encíclica Laudato Si, lançada pelo papa Francisco como um grande alerta à humanidade.

Com pés descalços e batas remendadas, São Francisco (1182-1226) perambulava pela cidadezinha italiana de Assis, a 184 quilômetros de Roma, e arredores. Enquanto a sociedade da época enfatizava a inclinação humana ao pecado, o religioso preferia louvar as belezas da Criação. Reverenciava as virtudes do homem e a perfeição da natureza. Observava em êxtase o voo dos pássaros. Dormia sob as estrelas. Inalava a brisa perfumada dos campos. O planeta era sua casa sagrada.

“Para o santo, tudo era digno de amor e respeito, nada existia para ser explorado, utilizado de maneira egoísta, irracional, exploratória, e sim para aproximar o ser humano de Deus, para torná-lo sempre melhor, mais sensível, consciente e amoroso”, esclarece o frei Medella.

“Sua fé e espiritualidade nos mostram que estamos ligados a toda a Criação e que é possível comungar do planeta sem destruí-lo”, sublinha Custódio, que nos lembra do papel de cada um nesse projeto coletivo. “São Francisco ainda nos traz a proposta de corresponsabilidade, de fraternidade e de harmonia, deixando claro que existe um Criador, que ama a tudo e convida o ser humano a ser o cuidador, o jardineiro do planeta que Ele criou”, interpreta o ambientalista.


Um dos grandes apelos do santo junto aos fiéis reside não só na simplicidade do seu estilo de vida, como também na própria maneira singela de vivenciar a religiosidade. “São Francisco me instiga a amar a natureza a seu modo, me despojando da intelectualidade e me abrindo para tocá-la, senti-la. Converso com plantas e animais e procuro captar dentro do coração as respostas de que necessito”, revela Ligia Miragaia, arte-educadora e coautora de Francisco – O Herói da Simplicidade (ed. Omnisciência), ao lado de Maeve Vida, coordenadora do Programa Omnisciência de Educação para Paz, ambas de São Paulo.

Se seguirmos as pegadas descalças de São Francisco, talvez descubramos que a natureza está à espera da nossa tomada de consciência. Pronta para que nos reconheçamos nela. “Essa é a troca verdadeira que deveria ocorrer entre as pessoas e o meio ambiente”, acredita Ligia.

A autora também destaca como inspiração para o cotidiano a incessante busca interior do santo e sua necessidade de se manter alinhado aos propósitos mais elevados. “Fico admirada por seu esforço diário para deixar o pequeno ‘eu’ e atingir o Eu Divino através de muitos exercícios espirituais, tais como oração, meditação, caminhadas silenciosas na natureza, noites em claro em contemplação e entrega profunda ao Amor de Deus. Suas descobertas espirituais eram posteriormente compartilhadas, assim como suas roupas e alimentos. Ele não guardava nada para si.” Além da capacidade de viver com o mínimo possível, Maeve enaltece a vocação do santo para a alegria. A qualquer prova. “Certa vez, enquanto andavam no inverno úmido, com parcas roupas, frei Leão, seu companheiro de jornada, lhe perguntou o que era a perfeita alegria. São Francisco respondeu: ‘Acima de todas as graças e de todos os dons do Espírito Santo, os quais Cristo concede aos amigos, está o de vencer-se a si mesmo, e voluntariamente pelo amor suportar trabalhos, injúrias, opróbrios e desprezos’.”

Justamente por banhar o mundo com sua luz, São Francisco de Assis ganhou homenagem no poema A Divina Comédia, do escritor italiano Dante Alighieri (1265-1321). “Nasceu para o mundo um sol”, diz um dos versos que alude ao nascimento do religioso.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A Paz na Família



A necessidade de afeto como alimento da alma, levam os seres humanos a buscarem conviver em grupos, sendo a família o primeiro núcleo de convivência experimentada por cada um de nós.

As características das famílias foram sendo modificadas ao longo da história da humanidade, de acordo com a visão de vida de cada época, seus valores, cultura, etc. Na idade média, por exemplo, era comum a família ser formada não apenas pelas pessoas do núcleo familiar: pai, mãe e filhos, mas abranger outros parentes, como avós, tios, primos, etc.

Atualmente a sociedade entende que família seja o conjunto de pessoas, em geral ligadas por laços de parentesco, que vivem sob o mesmo teto, particularmente o pai, a mãe os filhos.

A família é o que de mais importante temos no mundo. Ela é a nossa casa, o nosso aconchego, é o nosso refúgio de paz. Quando há brigas ou conflitos, a nossa paz interior fica afetada. Nos sentimos muito mal. Podemos dizer que a família é um laço que abraça a nossa vida, quando não estamos em paz, esse laço vira um nó.

A nossa família é a nossa raiz no mundo. Por isso, busque a paz em família. Aprenda sempre a cuidar dos sentimentos. Os sentimentos precisam sempre de atenção. Do mesmo modo que devemos cuidar para que os maus sentimentos não tomem conta de nosso mundo íntimo, precisamos, igualmente, nos esforçar para que os bons sentimentos se ampliem, alimentando atitudes que os promovam. Assim, se desejamos que em nosso lar exista amor, devemos incrementar nossas atitudes amorosas, ou seja, sermos mais carinhosos, elogiarmos mais, agradecermos mais, respeitarmos mais, etc. O amor cresce quando é estimulado.

Outra grande virtude para a construção de relacionamentos saudáveis é a tolerância. Cada pessoa é única e as diferenças fazem parte da espécie humana, mesmo dentro das pessoas de uma mesma família. Ser tolerante é entender que somos diferentes das outras pessoas, respeitando a forma de ser, pensar e de fazer escolhas de cada um. A tolerância é geradora de paz no mundo e na família.

Dessa forma, para promovermos a paz na sociedade, devemos considerar, primeiramente, a cultura da paz no lar nos esforçando para a construção de um convívio familiar harmonioso e equilibrado.

Carlos Pereira

Texto adaptado do módulo II, Programa Educacional Você e a Paz para Crianças e Adolescentes.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Poesias para a Paz



Sinopse do livro:


A paz, um tema caro à humanidade, virou poesia nas mãos criativas dos escritores César Obeid e Jonas Ribeiro. Com ritmo e rimas, a dupla fez poemas para que as crianças se divertissem e pudessem refletir sobre respeito, solidariedade e diálogo; frutos cotidianos da paz. As ilustrações da argentina Vanina Starkoff, complementam o texto, trazendo muitas cores, leveza e detalhes que transmitem uma sensação de paz verdadeira.

AUTORES: CÉSAR OBEID E JONAS RIBEIRO
ILUSTRADOR: VANINA STARKOFF
EDITORA DO BRASIL

sábado, 29 de setembro de 2018

Atividade Prática

Para imprimir e praticar:

QUAL É O DESENHO?

É um sentimento gostoso, difícil de explicar. Surge dentro da gente ou entre as pessoas de um lugar. É uma causa justa pela qual devemos trabalhar, buscar com toda a vontade e nunca desanimar! O que é, o que é? PINTE OS ESPAÇOS PONTILHADOS E DESCUBRA:

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Já é Primavera!



Divina Primavera


Quão doce e colorida é a primavera,
Com suas flores suaves e delicadas,
Que exalam essências perfumadas,
Deixando um frescor na atmosfera!

Que magia é essa que agora impera
Pássaros mais alegres nas alvoradas,
Caminhos com florzinhas encantadas,
Num belo quadro qu’ o mundo venera?

Apenas sei que é de Deus a concepção,
Pois exala amor desde a primeira flor,
Não só no ar, mas também no coração.

Deixando a vida leve, alma de beija-flor,
Mantendo-a eterna, em renovação,
Semeando a Paz do Bondoso Criador.

Elias Akhenaton

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Prece Luz da Manhã (ao acordar)



Luz da manhã,
Que é benção de Deus,
Vem amparar
os dias meus.
Terei um bom dia,
Cheio de paz,
Farei todo o bem
Que sou capaz!

Maria Eny Paiva

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Porque Tu Existes – B. G. Hennessy

Porque tu existes o mundo alegrou-se e a promessa de um futuro de paz passa por ti...

Leia o livro completo, de autoria de B. G. Hennessy em "slideshare".


sábado, 15 de setembro de 2018

Jogo da Memória “Paz”



Clique nas cartas e encontre os pares iguais dos personagens que foram importantes para a paz mundial.

Clique na imagem para jogar

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

De Natureza Vestida



Veste-te de vida
Adorna teu sorriso de paz
Alimenta a alma
Deixa colorida
Com ações a promover o bem:
Planta uma árvore,
Protege a terra
Preserva o verde,
Observa com amor as flores
E sejas tu como os pardais
Canta o jardineiro
Por onde passam trazem encanto
Voam e fazem o milagre
do recompor as plantas.

Sejas tu passarinho,
No versejar de um lindo canto
Vê como voam leves e livres
Sabendo que lhes têm no ninho
a vida desabrochando.
Veste-te de flores na alma
Semeia, planta frutos de amor
Cuida bem dos animais
Preserva a vida,
Ama o planeta,
E o futuro te garantirá a paz!

Paula Belmino

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Aprendendo a Canção: Doce é Sentir

Música tema do filme "Irmão Sol, Irmã Lua" interpretada com muita beleza e simplicidade por Elizabete Lacerda.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A Paz Interior



Compreendemos por virtude a disposição firme e constante para a prática do bem. Dentre as virtudes mais conhecidas, destacamos: tolerância; respeito; amizade; compaixão; humildade; gentileza; responsabilidade; amor; resiliência; generosidade; verdade; gratidão; solidariedade; e colaboração.

As virtudes poderiam ser definidas como instrumentos necessários para a felicidade pessoal, bem como para a construção de uma vida social em harmonia.

É por meio das virtudes que seremos capazes de gerar as mudanças necessárias para a convivência pacífica, tão desejada em nossa sociedade. Somente quando agirmos de acordo com os valores ético-morais universais, tomando decisões considerando o bem-estar coletivo e o respeito ao meio ambiente é que realmente promoveremos uma vida social saudável e feliz.

A prática das virtudes conduz a um estado interior de calma, satisfação e esperança. Esse sentimento, derivado da consciência tranquila pelas boas escolhas feitas, pode ser descrito como a Paz Interior.

A Paz Interior não reflete um estado de inércia, acomodação ou desânimo, pelo contrário, é força ativa e operante, geradora de relacionamentos saudáveis e convivências harmônicas, porque conta com a presença da prática das virtudes.

Dentre diversas personalidades que marcaram a história da humanidade, em termos de virtuosidade, certamente Jesus é um modelo muito fiel, exemplo de ser humano consciente e praticante de todas as virtudes. Sua proposta de amar aos inimigos é um dos instrumentos mais fortes na construção da paz.

Fonte: Projeto Educacional Você e a Paz/ Mansão do Caminho

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

José Martins Peralva



José Martins Peralva Sobrinho nasceu em Buquim (SE), em 1 de abril de 1918, tendo desencarnado em Belo Horizonte, em 3 de setembro de 2007. Foi um escritor e espírita brasileiro.

Filho do espanhol Basílio Martins Peralva, um dos pioneiros da doutrina espírita no Sergipe, e de sua esposa, Etelvina da Fonseca Peralva.

Desde os seis anos de idade, o jovem Martins Peralva iniciou-se na doutrina sob a assistência e orientação diretas de seu pai, médium curador, polemista e doutrinador.

Em agosto de 1942, sem família em Aracaju, e morando em uma "república", desposou Jupira Silveira, com quem teve três filhos.

Em 1949 viajou até Minas Gerais, com o fim de conhecer o médium Francisco Cândido Xavier. O encontro aconteceu na noite de 13 de maio, numa reunião do "Centro Espírita Luiz Gonzaga", em Pedro Leopoldo. Desse encontro nasceu-lhe o desejo de transferir-se para Belo Horizonte.

Concretizado o projeto, travou contato com a União Espírita Mineira (UEM), vindo a desenvolver atividades no Centro Espírita Célia Xavier por quinze anos.

Em 1964 ligou-se à UEM, vindo a exercer os cargos de 1º Secretário e, posteriormente, os de Vice-Presidente, Secretário de "O Espírita Mineiro", diretor do Departamento de Doutrina e Divulgação e diretor-executivo do Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais.

Deixou cinco obras de cunho evangélico-doutrinário:

• Estudando a Mediunidade (FEB)
• Estudando o Evangelho (FEB)
• O Pensamento de Emmanuel (FEB)
• Mediunidade e Evolução (FEB)
• Mensageiros do Bem (UEM)
• Evangelho Puro, Puro Evangelho - Na Direção do Infinito (Vinha de Luz) - coletânea com os principais artigos publicados em jornais e outros veículos de comunicação, organizada por Geraldo Lemos Neto e Basílio Silveira Peralva.

sábado, 1 de setembro de 2018

DIGA PAZ



Sinopse do livro

Compreender os diferentes povos, respeitar sua cultura e seus costumes, promover a tolerância e a solidariedade. Com linguagem simples, ilustrações atraentes e muita sensibilidade, o livro convida o pequeno leitor a refletir sobre esses temas e reconhecer sua importância para a preservação da paz no mundo.

Autor: SAM WILLIAMS
Ilustrador: MIQUE MORIUCHI
EDITORA SCIPIONE

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Uma Luzinha chamada Amor


















Esta é a história de uma garotinha chamada Jujú.

Um dia, ela estava brincando no quintal quando, de repente, um garotinho muito pobre, de olhar triste, apareceu no portão e ficou observando-a.

A pequenina se inquietou com seu olhar tristonho e perguntou:

- Por que você está triste?

E o menino respondeu:

- É que eu não tenho nenhum brinquedo, e minha mãe disse que somos pobres e ela não pode me dar nada.

E Jujú, num impulso, deu-lhe a bola com que brincava, dizendo:

- Não fique triste, pois agora você tem uma bola novinha!

E o menino, transbordando alegria, deu-lhe um grande abraço e disse:

- Muito obrigado! Vou agora mesmo brincar com meus irmãozinhos.

E Jujú, feliz da vida, entrou em casa correndo para contar à mamãe o que havia acontecido, mas não precisou, pois a mamãe havia assistido a tudo pela janela.

A pequena, desconcertada, falou:

- Mamãe, eu dei a bola que a senhora me deu para o menino que estava triste!

E a mamãe, surpresa com tal ato, perguntou:

- Por que você fez isso, meu amor?

E ela respondeu:

- Porque ele esta triste, e a bola deixou ele feliz.

Mamãe, muito orgulhosa, deu um abraço em Jujú e disse:

- Meu bem, fico feliz com o seu ato de bondade, e desejo que sua luz, daqui para frente, brilhe cada vez mais.

- Que luz é essa mamãe? Perguntou Jujú curiosa.

E mamãe respondeu docemente:

- Meu amor, quando Papai do Céu nos criou, ele colocou uma luzinha dentro do nosso coração e disse: você vai morar aí para sempre.

E a menina perguntou:

- E eu tenho uma luzinha no coração?

- Tem sim, todos nós temos, disse a mamãe.

- E como é essa luzinha? - perguntou Jujú.

E sua mãe respondeu:

- Ela é pequenina e pura, mas pode ficar diferente.

Jujú, confusa, perguntou:

- Como assim, mamãe?

E mamãe respondeu:

- É o seguinte: essa luzinha pode ficar feliz e brilhar, bem como ficar triste e apagada; depende apenas dos nossos pensamentos e atos.

Jujú perguntou ansiosa:

- E como é que eu faço para minha luz brilhar e ficar feliz?

- Cada vez que fazemos ou sentimos alguma coisa de bom, ela fica feliz e radiante,mas quando fazemos algo ruim, ela fica apagada e triste; por isso Papai do Céu diz que devemos fazer o bem. Pois ele fica feliz quando nossa luz brilha, e triste quando ela se apaga.

- E tem gente com a luzinha apagada? - disse Jujú.

E mamãe completou:

- Tem sim, mas não é para sempre, pois Papai do Céu ensinou que toda luzinha do mundo, cedo ou tarde, vai brilhar muito, e quando isso acontecer todo mundo vai ser muito feliz.

E Jujú, olhando o próprio peito, perguntou:

- Mamãe, como minha luzinha está agora?

E mamãe respondeu, com ternura:

- Está brilhando como nunca, e Papai do Céu está muito feliz por isso, pois você está cuidando muito bem da sua luz.

- E essa luzinha tem nome? - perguntou Jujú;

E mamãe respondeu, emocionada:

- Tem sim, seu nome é amor.

E as duas se abraçaram felizes

Clely Peytilo