terça-feira, 19 de junho de 2018

Vida após a Vida



Um discípulo procurou seu mestre e perguntou:

– Mestre, como posso saber se existe mesmo vida após a morte?

O Mestre olhou para ele e respondeu:

– Encontre-me novamente após o sol se pôr.

O discípulo, meio contrariado, esperou algumas horas, ansioso pela resposta.

Logo que o sol se pôs, o discípulo voltou à presença do mestre. Assim que o discípulo apareceu, o mestre afirmou:

– Você percebeu o que houve? O sol morreu…

O discípulo ficou sem entender nada. Julgou que se tratava de uma brincadeira do mestre.

– Como assim mestre? Perguntou o discípulo. O sol não morreu, ele apenas se pôs no horizonte.

O mestre disse:

– Exatamente. O mesmo ocorre com todos nós após a morte. Se confiássemos apenas em nossa visão física, nos pareceria que o sol deixou de existir atrás da montanha. Mas, no instante em que ele “morreu” no horizonte para nós, ele nasceu do outro lado do mundo, e se tornou visível para outras pessoas. O mesmo princípio rege a nossa alma. Após a morte do corpo, ela parece desaparecer aos nossos olhos, mas nasce no plano espiritual. A chama do espírito não se apaga, ela apenas passa a brilhar no outro lado da vida.

Autor desconhecido


domingo, 17 de junho de 2018

LogicC



Gire os quadrados para que todas as imagens dos lados coincidam com as vizinhas. Com cada nível, o número de quadrados aumenta.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Homenagem ao dia de Santo Antonio de Pádua



Ensinamentos de Santo “Antônio de Pádua”


Hoje é dia de homenagem a Santo Antonio de Pádua!

Muitos só conhecem a fama de casamenteiro de Santo Antônio de Pádua. Na verdade, Santo Antônio é chamado “doutor do Evangelho”, pela grandeza com que soube pregá-lo. Soube unir muito bem a sua cultura teológica, filosófica e científica.

Quando entrou no convento foi incumbido das humildes funções de cozinheiro e viveu na obscuridade até que os seus superiores, percebendo seus extraordinários dons de pregador, enviaram-no pela Itália e pela França, a fim de pregar nos lugares onde a heresia dos Albigenses e Valdenses era mais forte. Até São Francisco de Assis o chamava informalmente de “o meu bispo”.

Foi declarado doutor pela Igreja e nos deixou muitos ensinamentos. Conheça alguns deles:

“É viva a Palavra quando são as obras que falam.”

“Quando te sorriem prosperidade mundana e prazeres, não te deixes encantar; não te apegues a eles; brandamente entram em nós, mas quando os temos dentro de nós, nos mordem como serpentes.”

“Uma água turva e agitada não espelha a face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranquila a tua alma.”

“A paciência é o baluarte da alma, ela a fortifica e defende de toda perturbação.”

“Ó Senhor, dá-me viver e morrer no pequeno ninho da pobreza e na fé dos teus Apóstolos e da tua Santa Igreja.”

“Neste lugar tenebroso, os santos brilham como as estrelas do firmamento. E como os calçados nos defendem os pés, assim os exemplos dos bons defendem as nossas almas tornando-nos capazes de esmagar as sugestões do mal e as seduções do mundo.”

“Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa.”

“Como os raios se desprendem das nuvens, assim também dos bons pregadores emanam obras maravilhosas. Disparam os raios, enquanto cintilam os milagres dos pregadores; retornam os raios, quando os pregadores não atribuem a si mesmos as grandes obras que fazem, mas à graça de Deus.”

“Ó meu Senhor Jesus, eu estou pronto a seguir-te e a imolar a minha vida por teu amor, porque sacrificaste a tua vida por nós.”

“Deus é Pai de todas as coisas. Suas criaturas são irmãos e irmãs.”

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Minha Nada Mole Encarnação: Missionários

Será que todo mundo tem uma missão, na Terra? O que você entende pelo termo missionário? Qual o seu verdadeiro sentido? Entenda um pouco mais sobre o assunto com mais um vídeo do programa espírita “Minha Nada Mole Encarnação”, da FEBTv, apresentado por Marina Miranda.


terça-feira, 5 de junho de 2018

Céu, Inferno e Umbral



O Espiritismo elucida que não existem lugares para sofrimentos eternos destinados aos Espíritos que erraram, e ensina que também não há regiões de pura contemplação para os bons.

As criaturas voltadas ao bem colaboram continuamente com a obra de Deus, desempenhando, entre outras tarefas, aquelas de soerguimento dos Espíritos comprometidos com as Leis Divinas, pois os Espíritos que se entregaram à prática do mal sofrem as suas consequências, e o seu sofrimento dura apenas até o momento em que se disponham à necessária reparação.

O Espiritismo esclarece que não existem céu e inferno localizados, como regiões fixas, onde as almas ou gozam de felicidade estática, contemplativa, ou sofrem dores e castigos eternos. Céu e inferno devem ser considerados como estados da alma, resultantes, na verdade, do comportamento íntimo de cada um.

Assim, sente-se no Céu, em qualquer local onde se encontre, o Espírito que tem a consciência tranquila do dever cumprido, de ter empenhado seus esforços no sentido de praticar todo o bem que esteve ao seu alcance, de ter procurado sempre aprimorar-se espiritualmente. Esse Espírito, além da paz vivida intimamente, constrói verdadeiros núcleos de felicidade, de alegria, de trabalho e de progresso, juntamente com outros que pensam, sentem e agem do mesmo modo, reunidos que são pela lei de afinidade.

Igualmente, sente-se no Inferno o Espírito que agiu contrariamente às Leis Divinas: aquele que viveu o egoísmo, a brutalidade, a ganância, o ódio, a inveja, o ciúme, a perseguição, a maledicência e tantas outras situações contrárias ao que ensina o Evangelho. Aonde quer que vá, mesmo ainda encarnada, essa criatura estará vivendo verdadeiros tormentos íntimos, decorrentes do mal praticado. O seu estado de sofrimento independe do local onde se encontre, pois carrega o inferno dentro de si. Ao desencarnar, a lei de afinidade faz com que as criaturas voltadas ao mal se reúnam, criando, elas próprias, verdadeiros núcleos infernais onde umas impõem sofrimentos as outras.

A Justiça Divina nos possibilita, a qualquer momento, imprimir novo rumo à nossa vida. Nada é eterno, senão o Bem. Emmanuel nos diz que "Permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós." E mais, "O céu começará sempre em nós mesmos e o inferno tem o tamanho da rebeldia de cada um.

Alguém já ouviu falar em UMBRAL? Seria este lugar, o inferno?

Não. O Umbral é um plano espiritual de sofrimento, que começa já na crosta terrestre, mas que não foi criado por Deus para essa finalidade. É um núcleo formado pelo agrupamento de Espíritos em desequilíbrio no espaço espiritual do planeta. As emanações mentais de Espíritos que guardavam remorso, orgulho, egoísmo, ódio, mágoa, revolta, preguiça e outros sentimentos negativos foram, aos poucos, criando e mantendo o Umbral. Ora, se ele é formado de vibrações mentais produzidas por Espíritos que estão em estado negativo de consciência, a sua existência é condicionada à permanência desses Espíritos comprometidos com as Leis Divinas. Tão logo não haja mais ninguém nessa condição, ele desaparecerá. Logo, entendemos que o Umbral, embora apresente condições de sofrimento verdadeiramente infernais, não tem a característica de eternidade.

Concluímos, então, que existem planos espirituais onde imperam a tristeza, a maldade, o sofrimento, mas que não são lugares criados para sofrimento ou resgate de culpas. São agrupamentos onde se reúnem, por afinidade, Espíritos comprometidos com o mal.

Fonte: Evangelização Seara do Mestre

domingo, 3 de junho de 2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Criança quer Saber...



Sinopse do livro:

As crianças, dentro da sua própria impetuosidade natural, questionam os adultos constantemente e, na maioria das vezes, somos pegos de surpresa pela curiosidade incessante do Universo infantil. Tal é o teor deste trabalho, que destina-se a esclarecer pais, professores e evangelizadores através das perguntas mais frequentemente feitas pelas crianças e que aqui são respondidas com base na Doutrina Espírita. Ideal para ser usado também no culto no lar ou em qualquer momento onde o estudo infanto-juvenil espírita possa ser empregado de forma direta e objetiva.

Autor(a): Fátima Moura