quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

A Lenda do Pinheiro de Natal



Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente.

A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz.

As estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao Menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e enfeitando o pinheiro. Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu!

Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.

Autor: Jean-Baptiste Poquelin Molière

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Aprendendo a Canção: Na Manjedoura

Cântico espírita de natal para crianças “Na Manjedoura”, com letra e música de Lenora Pinto Mendes e animação de Luis Hu Rivas.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Lembrança do Natal



Natal! ... Reina a Celeste Barcarola!...
Enquanto te refazes na alegria,
muita gente padece a noite fria
ao rigor da aflição que desconsola.

Desce à escura tristeza que te espia
do cárcere de angústia em que se isola...
E espalha o bem por sacrossanta esmola
do teu farnel de luz e de harmonia!

Abre teu coração!... Ajuda e abraça
o sofrimento ou a sombra de quem passa
em desespero rígido e infecundo!...

E o Cristo, renascendo no teu peito,
será, contigo, o amor puro e perfeito,
tecendo a paz e a redenção do mundo.

Auta de Souza

Do livro Antologia Mediúnica do Natal, Francisco Cândido Xavier.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O Verdadeiro Natal



Jesus estava no plano espiritual antes de encarnar na terra há uns dois mil anos, assim como aconteceu conosco e, por ser um Espírito muito mais sábio que os homens Deus o enviou para cumprir uma missão junto de nós, sabem qual? Qual foi essa missão? Sua missão foi a de deixar ensinamentos ao homem da terra, e a cumpriu fielmente. Deus conferiu-Lhe a tarefa de ensinar a nós lições de amor e de respeito pela vida e pelos semelhantes.

Mas, Natal é mais um dia para renovarmos sentimentos, atitudes no bem; mudar nosso modo de sentir; abraçar nossos desafetos, a perdoar a quem nos ofende; a amar mais nossos semelhantes, sendo paciente e menos orgulhoso, é esse um dos significados especiais do natal. Não é apenas época de receber presentes e fazer festas. O próprio nascimento do Cristo foi um aprendizado, me refiro a manjedoura que é um comedouro de animais e serviu-lhe de berço, essa foi a primeira lição que deixou - a de humildade. Estamos substituindo Jesus nos nossos corações, e não devemos deixar que isso aconteça - deixar de viver o verdadeiro Natal.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Allan Kardec – Princípios e Valores



Sinopse do livro:

No livro Allan Kardec – Princípios e Valores, a turminha do Limoeiro faz uma viagem à cidade-luz cheia de diversão e ensinamentos.

Em “Allan Kardec – Princípios e Valores”, lançamento da Boa Nova para a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Mônica, Cebolinha e seus amigos viajam para a França, e conhecem os ensinamentos do codificador do espiritismo. O livro, escrito pelo peruano Luis Hu Rivas e pelo baiano Ala Mitchell, e ilustrado pelos estúdios de Mauricio de Sousa, é uma das novidades da editora que foi lançada no mês de agosto.

Na história, durante um almoço descontraído, as crianças questionam sobre assuntos como: caridade, honestidade, bondade e outros. Assim, André, primo do pai do Cascão, começa a tirar algumas das dúvidas que a turminha possui em relação à vida, sempre usando os princípios luminosos de Allan Kardec para os pequenos.

Passeando com as crianças pelos principais pontos turísticos de Paris, como a Torre Eiffel, Palácio de Versalhes e Museu do Louvre, o leitor pode acompanhar as novas aventuras da Mônica e sua turma.

Autor: Luis Hu Rivas, Ala Mitchell e Mauricio de Sousa
Gênero: Infanto-juvenil

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

História do Espiritismo



Por Marcela Prada

Por toda a história da Humanidade, sempre existiram pessoas capazes de perceber a presença dos espíritos, as suas mensagens e suas influências no mundo material. Mas as pessoas não conheciam muito sobre esse assunto e ficavam com medo de qualquer coisa relacionada a espíritos.

Se alguma criança falasse que estava vendo um espírito, por exemplo, ninguém sabia direito o que fazer. Às vezes acreditavam, mas ficavam apavorados. Levavam a criança para alguém que soubesse rezar para tentar afastar o espírito. Outras vezes, não acreditavam e brigavam com a criança dizendo para ela não inventar histórias.

Um dia, lá em Paris, na França, um professor muito inteligente e estudioso foi convidado por um amigo a frequentar reuniões nas quais havia manifestações de espíritos. Durante as reuniões, alguns objetos se mexiam e eles podiam conversar com os espíritos e fazer-lhes perguntas.

Esse professor era Allan Kardec. Ele não ficou com medo dos espíritos, pelo contrário. Ficou muito interessado e quis saber cada vez mais sobre tudo o que se passava naquelas reuniões e o que os espíritos tinham a dizer.

Allan Kardec chamou as pessoas que percebiam os espíritos, chamados de médiuns, que quer dizer intermediários. Os médiuns que viam espíritos foram chamados de videntes. Os que ouviam eram os audientes. Outros escreviam mensagens e foram chamados de médiuns de psicografia. Havia ainda os que falavam, como se fosse o espírito que estivesse falando, e foram chamados de médiuns de psicofonia. E assim por diante.

Os espíritos disseram a Allan Kardec que eles eram os homens e mulheres que viveram aqui na Terra e que, depois que seus corpos morreram, foram para o mundo espiritual.

Allan Kardec conversou com eles muitas vezes e perguntou sobre vários assuntos. Ficou sabendo que existe a reencarnação, que é a possibilidade de os espíritos nascerem de novo em outro corpo, e que Jesus foi o espírito mais evoluído que já nasceu na Terra. Ele também soube que Deus existe, é bom, justo e fez as leis morais que a gente deve seguir. Ele entendeu também que todos os espíritos são criados por Deus para evoluírem e serem felizes, e quem é mau é porque ainda não evoluiu.

Allan Kardec aprendeu muitas e muitas coisas. Era tanta coisa, que ele organizou, classificou e publicou os ensinamentos em livros. Assim surgiu a Doutrina Espírita ou Espiritismo, que é uma religião, pois nos ensina coisas boas que nos aproximam de Deus. É também uma ciência, pois estuda os fenômenos ligados aos espíritos e à mediunidade. E é ainda uma filosofia, pois trata dos mistérios da vida e da morte.

O Espiritismo não nasceu, portanto, da vontade de Kardec de fundar uma religião, mas sim da sua vontade de conhecer a verdade.

Allan Kardec não foi o inventor do Espiritismo, pois o conhecimento veio dos espíritos e não dele. Ele é chamado de codificador do Espiritismo e é muito reconhecido pelo trabalho que realizou, pois não foi nada fácil. Em verdade, ele enfrentou muitas dificuldades para realizar seu trabalho.

Primeiro, ele teve que contar com a colaboração dos médiuns e identificar quais eram os que transmitiam as mensagens dos espíritos corretamente. Alguns médiuns misturavam as ideias dos espíritos com as deles mesmos, como é comum acontecer com médiuns que ainda não têm muito treinamento.

Além disso, mesmo o médium sendo bom, ainda havia a possibilidade de a mensagem ser de um espírito enganador, que falava coisas erradas só para se divertir e atrapalhar os estudos de Kardec. Muitas vezes, esses espíritos assinavam o nome de outros espíritos que eram bons e sábios para se passarem por eles. Mas Kardec aprendeu a reconhecer os que não eram bons, pela linguagem e o jeito de falar deles.

Kardec era muito esperto. Ele fazia uma pergunta e anotava a resposta. Depois, em outro dia, fazia a mesma pergunta, só que com outras palavras. Isso para ver se o espírito dava a mesma resposta. Ele também fazia aquela mesma pergunta, de novo, para outros espíritos, por meio de outros médiuns. Então ele comparava as respostas para ver se eram parecidas e se faziam sentido com outros ensinamentos.

Aos poucos, Kardec foi conhecendo vários médiuns. Muitas pessoas se interessaram em colaborar com seus estudos. Surgiram cerca de mil grupos ou centros espíritas, espalhados em diversos países. Allan Kardec enviava suas perguntas para eles e depois comparava as respostas com as vindas de outros lugares. Só assim ele podia garantir que as respostas fossem confiáveis e os ensinamentos verdadeiros.

Tanto Allan Kardec como os médiuns, e até os espíritos que enviaram as mensagens, já haviam sido preparados no mundo espiritual para essa grande e importante missão que foi dada a eles pelo nosso querido mestre Jesus.

Graças a essa maravilhosa equipe, temos hoje a Doutrina Espírita, que nos ilumina a mente e o coração e nos ajuda a evoluir e ser cada vez mais felizes.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Prece da Criança Boa


Senhor, Tu me dás tudo:
Vida, saúde, força e inteligência!
Eu não Te dou, contudo,
Nada ainda, Senhor
Porém, tenho esperança
De dar-Te muita coisa,
Enquanto sou criança!

Eu Te prometo dar
A vontade de ser obediente
A meus pais, a meus mestres, no meu lar,
E boazinha para toda gente.
E a vontade também
De trabalhar, Senhor,
Na prática do Bem,
Sem cometer jamais
Nada que fira, que maltrate e doa
Nem aos pequenos nem aos animais:
Eu quero ser uma criança boa.

Leopoldo Machado

domingo, 25 de novembro de 2018

Convívio e Respeito a todos os Seres



Cultivar bons sentimentos nos fortalece e auxilia na convivência com todos em todos os lugares.

Muitas pessoas não aceitam e não respeitam as diferenças de cor, condição social, raça ou religião de seus semelhantes, isso é preconceito, um modo negativo de ver o próximo, que leva a muitos conflitos em todo o mundo.

Quem tem preconceito dá muito mais importância às diferenças entre as pessoas do que às boas coisas que elas têm em comum, como a inteligência, a bondade, a solidariedade...

É bom você saber que...

As pessoas precisam, em qualquer idade, se conhecer melhor e conhecer melhor seus semelhantes, para descobrir que somos todos iguais mesmo quando temos diferenças, isto é, somos todos seres humanos, capazes de ser, conhecer e fazer muitas coisas.

A convivência na escola pode nos ajudar a descobrir a beleza de sermos iguais apesar de nossas diferenças.

Quase todo mundo sabe que...

As crianças são muito observadoras e percebem muito bem as igualdades e diferenças entre as pessoas e têm muita facilidade em aceitar e conviver com as diferenças.

Enfim, as crianças mostram muito bem a capacidade que o ser humano tem de respeitar todos os seres vivos.

Fonte: Educação de Valores e Cidadania. Diálogo com o Mundo.1. Editora Cortez.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018