Você já brincou de passar uma mensagem de um colega para outro? Às vezes, quando a mensagem chega ao final, ela está bem diferente da original. Isso também pode acontecer quando contamos histórias sobre outras pessoas sem saber se são verdadeiras. Chamamos isso de fofoca ou maledicência.
A doutrina espírita nos ensina que nossas palavras têm força. Elas podem levar alegria, carinho e esperança, mas também podem causar tristeza, brigas e sofrimento.
Imagine que cada palavra é como uma sementinha. Se plantarmos palavras de bondade, colheremos amizade, confiança e paz. Mas, se plantarmos fofocas, mentiras ou comentários maldosos, poderemos colher desentendimentos, mágoas e arrependimento.
Quando fazemos fofoca, podemos machucar alguém sem perceber. A pessoa pode ficar triste, perder amigos ou sentir vergonha. Além disso, quem espalha fofocas também acaba perdendo a confiança das outras pessoas.
O Espiritismo nos ensina que devemos vigiar nossos pensamentos, palavras e atitudes. Antes de falar alguma coisa sobre alguém, podemos fazer três perguntas:
- Isso é verdadeiro?
- Isso é bondoso?
- Isso é realmente necessário?
Se a resposta for "não", talvez seja melhor ficar em silêncio.
Jesus nos deu um grande exemplo de amor e respeito. Ele nunca espalhava defeitos das pessoas. Pelo contrário, ajudava, perdoava e ensinava com carinho. Podemos seguir esse exemplo falando palavras que confortam e ajudam.
Quando ouvirmos uma fofoca, podemos escolher não passá-la adiante. Em vez disso, podemos mudar de assunto, falar algo bom sobre a pessoa ou simplesmente guardar silêncio. Assim, estaremos colaborando para um ambiente de paz.
Vamos praticar?
Nesta semana, faça um desafio:
- Fale um elogio sincero para alguém todos os dias.
- Evite contar histórias sobre pessoas que elas não gostariam que fossem espalhadas.
- Se errar, peça desculpas e procure agir melhor da próxima vez.
Lembre-se: nossas palavras são como presentes. Que possamos oferecer sempre palavras de amor, respeito e esperança, ajudando a construir um mundo mais feliz, como Jesus nos ensinou.
Carlos Pereira














