… da natureza à nossa volta, lembrando que todo ser vivo é um milagre.
… de nossa comunidade, de nosso bairro, de nossa família.
Ouvindo os jovens, garantindo que possam se expressar e que sejam atores de seu próprio destino.
… da sensibilidade do nosso coração, oprimido em uma sociedade onde existe guerra, destruição da natureza. Em paz, em cinco minutos de silêncio, podemos ouvir nosso coração dizer qual é a melhor música para a nossa saúde, os melhores passatempos, as melhores leituras, como ajudar um semelhante.
… do nosso corpo. E isso não significa “malhação” e cosméticos. Mas tratar e amar o corpo com a sabedoria que ele merece, sem contaminá-lo com substâncias perigosas à saúde.
… das palavras que dizemos. Podemos ser violentos com as pessoas dependendo das palavras que escolhemos e da maneira como nos expressamos.
… do nosso olhar. Os olhos são os espelhos da alma: revelam a verdade dos sentimentos. No olhar não há mentira. Com ele dizemos “como você é chato!” ou “te amo!”
Texto da apostila Paz, como se faz? , de Lia Diskin, Laura Gorresio Roizman.
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